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A Medicina Oral para Pacientes com Necessidades Especiais (MOPE) configura-se como uma área da Ciência Básica Aplicada que integra fundamentos biológicos, morfológicos, fisiológicos, patológicos, farmacológicos e microbiológicos, com suas respectivas implicações clínicas e terapêuticas, à prática odontológica especializada. Tem como finalidade a promoção da saúde, a prevenção, o diagnóstico e o tratamento de doenças, condições, desordens e/ou transtornos, inclusive de ordem neuropsíquica, permanentes ou transitórios, que acometem o complexo orocraniofacial de pacientes com necessidades especiais (PNEs), abrangendo a pessoa com deficiência (PcD), com ou sem comorbidades e/ou manifestações sistêmicas, orientando-se pelos princípios da Atenção Integral à Saúde nos contextos ambulatorial, hospitalar e domiciliar. Considerando as distintas complexidades dos PNEs, abordagens inter e transdisciplinares constituem ações estratégicas fundamentais para implementar e assegurar as seguintes políticas de Atenção Integral à Saúde: Promoção, Prevenção, Diagnóstico, Tratamento, Reabilitação e Cuidados Paliativos. Embora o Atendimento Domiciliar em Saúde Bucal não seja, ainda, classificado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) como uma “etapa” sequencial da atenção à saúde, mas sim como uma modalidade assistencial de caráter transversal, desempenha papel estratégico ao viabilizar a prestação do cuidado no ambiente familiar. Nesse contexto, contribui para a minimização dos riscos inerentes à hospitalização prolongada, favorece maior adesão às condutas terapêuticas e impacta de forma significativa na melhoria da qualidade de vida dos PNEs. Responsável pela disciplina: Colaboradores: |
