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MOPE
Questionário sobre a Formação e a Preparação Profissional para o Atendimento de Pacientes com Necessidades Especiais (PNEs), incluindo Pessoa com Deficiência (PcD)
Instituição de Ensino: ICT-CSJC/UNESP
Disciplina: Medicina Oral para Pacientes com Necessidades Especiais (MOPE)
Curso: Odontologia
Ano letivo: 2025
Ano: 5º Ano
Caráter: Avaliativo e Diagnóstico (Pesquisa Interna) sobre a MOPE
Responsável: Profª Tit. Mônica Fernandes Gomes
Propósito do Instrumento As respostas a este questionário contribuirão para subsidiar proposta pedagógica de ampliação e fortalecimento da disciplina obrigatória MOPE, destacando a necessidade institucional da prática clínica supervisionada, conforme as diretrizes da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), das Diretrizes Curriculares Nacionais de Odontologia (Resolução CNE/CES nº 3/2021) e das normas do Conselho Federal de Odontologia.
I – Dados de Identificação


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Avaliação da Performance da Formação Profissional do Discentes do Curso de Odontologia do ICT-CSJC/UNESP nos Atendimentos Clínicos a Pacientes com Necessidades Especiais (PNEs), incluindo a Pessoa com Deficiência (PcD)

Objetivo: Aferir a autopercepção dos discentes do 5o ano (último ano) do curso de Odontologia no ICT-CSJC/UNESP sobre sua real competência ética e legal, nos atendimentos clínico-odontológicos a Pacientes com Necessidades Especiais (PNEs), incluindo a Pessoa com Deficiência (PcD; em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão, LBI 13.146/2015).

O presente questionário foi elaborado considerando o contexto acadêmico no qual os referidos egressos cursaram a disciplina obrigatória Medicina Oral para Pacientes com Necessidades Especiais (MOPE), ministrada exclusivamente em sua vertente teórica. Tal configuração decorreu do fato de que a Comissão de Reestruturação do Curso de Odontologia do ICT-CSJC-UNESP não aprovou a carga horária integral originalmente proposta, correspondente a 120 (cento e vinte) horas, que previa a integração entre atividades teóricas e práticas. Em decorrência dessa deliberação, a carga horária foi reduzida para 60 (sessenta) horas, limitando-se, portanto, ao desenvolvimento do conteúdo teórico.

Adicionalmente, o referido questionário tem por finalidade coletar as percepções dos discentes de graduação acerca da relevância essencial da ausência de atividades clínicas no âmbito da MOPE. Considera-se que tais vivências práticas seriam fundamentais para o desenvolvimento de noções básicas clínicas e para a capacitação mínima necessária à realização de atendimentos de urgência odontológica. A implementação dessas atividades encontra-se, contudo, significativamente comprometida em virtude da ausência de apoio institucional por parte do Conselho de Curso de Odontologia, bem como do Departamento de Biociências e Diagnóstico Bucal, unidade acadêmica à qual a referida disciplina está vinculada.

Meta: Os resultados deste questionário serão encaminhados à apreciação dos setores administrativos competentes da Instituição, com a finalidade de subsidiar processos decisórios voltados a adequação pedagógica do curso de Odontologia. Busca-se, com isso, evidenciar eventuais deficiências na formação do cirurgião-dentista generalista e identificar indicadores de insatisfação entre os discentes, especialmente no que concerne à insuficiente preparação para o atendimento inclusivo, humanizado, pautado nos princípios da igualdade e da equidade, voltado a pacientes pertencentes a grupos socialmente vulneráveis.

Instruções: Responda "Sim" ou "Não" com base na sua real capacidade e segurança clínica adquirida durante a graduação para atender PNEs, incluindo a PcD.

- Sim: Sinto-me tecnicamente apto(a) e seguro(a) para executar esta ação.

- Não: Sinto-me inseguro(a), despreparado(a) ou tecnicamente inapto(a) para esta ação devido à minha formação.

SEÇÃO 1: AUTOPERCEPÇÃO SOBRE A FORMAÇÃO RECEBIDA
(Esta seção valida o problema central, demonstrando que a modalidade exclusivamente teórica da disciplina comprometeu a formação integral dos discentes.)

1 - A disciplina Medicina Oral para Pacientes com Necessidades Especiais (MOPE), cursada com aulas teóricas (60h), foi suficiente para desenvolver sua competência clínica (prática) nesta área?
Sim Não

2 - Você se sente preparado(a) ou seguro(a) para conduzir o tratamento odontológico de um PNEs complexo, incluindo PcD, baseando-se na formação teórica que recebeu na graduação?
Sim Não

3 - Em sua opinião, a ausência de atividades práticas obrigatórias na disciplina MOPE interferiu negativamente em sua formação integral e em sua capacidade de prestar assistência clínica a PNEs?
Sim Não

4 - Você considera que a inclusão do atendimento clínico a PNEs na disciplina MOPE teria aperfeiçoado e ampliado suas competências profissionais?
Sim Não

5 - Em sua avaliação, o curso de graduação poderia ter oferecido maior oportunidade de vivência prática, de modo a favorecer o atendimento seguro, humanizado e eficaz a PNEs, incluindo a PcD?
Sim Não

SEÇÃO 2: COMPETÊNCIA TÉCNICA E EXECUÇÃO CLÍNICA
(Esta seção avalia a incapacidade de realizar atendimento clínico odontológico básico neste grupo, reconhendo que as abordagens clínicas constituem ações estratégicas essenciais para implementação e a garantia das seguintes políticas de atenção à saúde: Promoção, Prevenção, Diagnóstico, Restauração, Cuidados Paliativos, Urgências Odontológicas e Atendimento Domiciliar em Saúde)

1 - Considero-me tecnicamente apto(a) e devidamente preparado(a), ainda que em nível básico, para realizar procedimentos de urgência odontológica e restaurações dentárias em pacientes com necessidades especiais (PNEs), incluindo aqueles com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou com Deficiências: intelectual, sensorial, física ou múltipla (congênita ou adquirida), em diferentes graus de complexidade, que apresentem comportamento não colaborativo.
Sim Não

2 - Possuo segurança técnica e domínio dos princípios de biossegurança e ergonomia necessários para o manejo físico de PNEs, incluindo a realização segura da transferência da cadeira de rodas para a cadeira odontológica, bem como a adaptação ergonômica do atendimento clínico a pacientes com limitações motoras severas, tais como tetraplegia, paralisia cerebral grave, distrofia muscular avançada e espasticidade acentuada, deformidades esqueléticas significativas (como cifose acentuada e contraturas articulares fixas), tremores incapacitantes (como os observados na Doença de Parkinson ou na ataxia cerebelar), obesidade mórbida ou condições clínicas que impeçam o posicionamento em decúbito supino, a exemplo de insuficiências cardíaca ou respiratória graves.
Sim Não

3 - Considero-me tecnicamente capaz, seguro(a) e com destreza clínica suficiente para realizar uma exodontia simples (extração dentária) em um paciente com discinesia, caracterizadas por movimentos involuntários, anormais, descontrolados e repetitivos, ou outros tipos de movimentos involuntários decorrentes de condições neuromotoras, como paciente com Paralisia Cerebral?
Sim Não

4 - Tenho domínio prático, e não apenas teórico, das técnicas de manejo comportamental aplicadas a PNEs, incluindo, quando clinicamente indicada, a estabilização e/ou contenção mecânica (ex: Kit de Estabilizador de Godoy, abridores de boca, cunhas, rolos, cinto pélvico), sendo capaz de executá-las com segurança, ética e rigor técnico.
Sim Não

5 - Considero-me tecnicamente preparado(a) para realizar moldagens convencionais e exames de imagem intraorais em PNEs que apresentem reflexo de deglutição comprometido, garantindo um atendimento clínico seguro, confortável e livre de intercorrências, como broncoaspiração.
Sim Não

6 - Considero-me tecnicamente preparado(a) e clinicamente seguro(a) para realizar atendimentos de urgência odontológica em PNEs que apresentem alterações neuropsicomotoras, limitações de comunicação verbal e dificuldades de posicionamento ergonômico na cadeira odontológica, demonstrando capacidade para identificar com precisão a origem da dor e instituir condutas terapêuticas imediatas, seguras e adequadas à condição clínica apresentada.
Sim Não

SEÇÃO 3: PLANEJAMENTO, MANEJO E SEGURANÇA
(Esta seção avalia o grau de segurança, preparo técnico e discernimento clínico do cirurgião-dentista no planejamento, na tomada de decisão e na condução segura e eficaz do atendimento odontológico)

1 - Possuo segurança técnico-científica e discernimento clínico para prescrever ou ajustar medicações, como antibióticos, analgésicos, antinflamatórios, anestésicos e outros fármacos de uso odontológico, em PNEs, incluindo pessoas com deficiência (PcD), que apresentem múltiplas comorbidades sistêmicas e uso concomitante de diversas medicações (polifarmácia).
Sim Não

2 - Considero-me tecnicamente apto(a) e comunicativamente preparado(a) para conduzir uma anamnese completa, eficaz e segura de PNEs, incluindo PcDs não verbais, valendo-me, quando necessário, exclusivamente das informações fornecidas por cuidadores ou responsáveis legais, de forma ética e clinicamente acurada.
Sim Não

3 - Considero-me tecnicamente preparado(a) para orientar, de forma ética e fundamentada, cuidadores ou responsáveis sobre os princípios corretos da higiene oral em pacientes totalmente dependentes, acamados ou com déficit motor severo, compreendendo sua importância na manutenção da saúde bucal e na prevenção de complicações sistêmicas.
Sim Não

4 - Considero-me seguro(a) e tecnicamente preparado(a) para reconhecer, com base em critérios clínicos e sistêmicos, as situações em que um PNE, incluindo PcD, não deve ser atendido em consultório odontológico e necessita encaminhamento obrigatório para ambiente hospitalar, a fim de garantir sua segurança e integridade clínica.
Sim Não

5 - Considero-me capaz de aplicar adequações ambientais no consultório odontológico, como controle de luz, sons e estímulos táteis, para garantir um atendimento seguro e humanizado a pacientes com hipersensibilidade sensorial severa, como aqueles com TEA, Síndrome de Rett ou Paralisia Cerebral.
Sim Não

SEÇÃO 4: CONCLUSÃO SOBRE A COMPETÊNCIA GERAL
(Esta seção tem por finalidade identificar, de forma direta e reflexiva, as lacunas formativas e a insuficiência de vivência prática que comprometam a capacidade do cirurgião-dentista de atuar, minimamente, nos atendimentos clínicos básicos a PNEs, incluindo PcD, especialmente quanto à segurança técnica, preparo ético e discernimento clínico no manejo de casos reais)

1 - Reconheço que a ausência ou insuficiência de experiência prática durante a graduação eleva significativamente o risco de intercorrências clínicas, falhas operatórias ou iatrogenias no atendimento odontológico de PNEs, incluindo PcD.
Sim Não

2 - Considero que a elevada complexidade clínica de alguns PNEs, incluindo PcD, associada à ausência de vivência e prática clínica durante o curso de graduação em Odontologia, poderia aumentar minha propensão a recusar atendimentos odontológicos a esse grupo vulnerável, por insegurança técnica ou receio de não conduzir adequadamente o caso?
Sim Não

3 - Considerando que as limitações da minha formação em Odontologia na graduação podem comprometer minha capacidade de cumprir o dever ético e legal do cirurgião-dentista de atender PNEs, incluindo PcD, conforme a Lei Brasileira de Inclusão (LBI 13.146/2015), em situações de urgência odontológica previstas no Código de Ética Odontológica (artigo 11, inciso VII).
Sim Não

4 - De modo geral, você se percebe clinicamente insuficiente ou limitado para atuar de forma segura e eficaz como o cirurgião-dentista generalista no atendimento clínico à maioria das PNEs, incluindo PcD?
Sim Não

SEÇÃO 5: PERCEPÇÃO SOBRE A DISCIPLINA OBRIGATÓRIA DA MOPE E NECESSIDADE DE INSERÇÃO DE PRÁTICAS CLÍNICAS

1 - Acredito que a inclusão de atividades clínicas supervisionadas na disciplina obrigatória MOPE é fundamental para consolidar o aprendizado teórico sobre PNEs.
Sim Não

2 - Entendo que a ausência de prática clínica na MOPE limita o desenvolvimento das minhas competências profissionais para atender PNEs, incluindo PcD.
Sim Não

3 - Considero que as vivências práticas na MOPE permitiriam aplicar na realidade clínica os conhecimentos sobre ética, biossegurança, legislação e manejo de PNEs, incluindo PcD.
Sim Não

4 - Avalio que, sem a prática supervisionada, a preparação do egresso para o mercado de trabalho é inadequada no que se refere ao atendimento de PNEs, incluindo PcD.
Sim Não

5 - Apoio a proposta de implantação de práticas clínicas regulares na disciplina obrigatória de MOPE, com aumento da carga horária no currículo do curso de Odontologia, incluindo atendimento supervisionado a PNEs, incluindo PcD.
Sim Não


 
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